Vai ser sempre um dos meus filmes favoritos.*
Acerca de mim
- Maria Cristina
- It's not what I do, but the way I do it. It's not what I say, but the way I say it.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Foi, sem dúvida alguma, um Natal muito feliz. Aquela tarde de dia 24 a fazer os doces na cozinha, os jogos com os primos no sofá da sala, a decoração natalícia da mesa, os últimos retoques na disposição das bolas na Árvore de Natal até ao jantar com a família. Melhor não poderia ter sido. Sem esquecer as pessoas amigas que mandaram uma mensagem desejando um Feliz Natal. Essas estão sempre lá e nunca se esquecem de guardar um espaçinho para nós neste dia especial.
Como disse, este foi um Natal, particularmente, feliz. Pelas razões que referi e por outra, que teve e tem um papel muito importante. Aquela pessoa que, mesmo estando longe, não deixa de nos dar a mão, não deixa de nos abraçar, não deixa de tocar no nosso cabelo, de colocá-lo cuidadosamente atrás da orelha e dar-nos um beijo no rosto. Aquela pessoa que desperta em nós "um quentinho no coração". Essa, sim, também esteve presente. Não fisicamente, mas em pensamento. E talvez tenha sido por isso que este Natal foi ainda mais especial.*
A par desta felicidade, tive uma surpresa. Que não foi boa nem má. Foi desnecessária, em vão. Que não despertou em mim qualquer tipo de sentimento, apenas indiferença. Alguma mágoa, talvez. Um pedido de desculpas feito por mensagem, que, por esse motivo, não mereceu uma resposta da minha parte, porque quem quer verdadeiramente desculpar-se por algo que fez de errado, fá-lo pessoalmente, cara a cara. Não manda o telemóvel fazê-lo, não se esconde por detrás de umas palavras escritas numa hora e lugar quaisqueres. Como diz a letra de uma música, que gosto muito, de um dueto feito por Pablo Alborán e a nossa Carminho:
Ni una sola palabra más
No más besos al alba
Ni una sola caricia habrá
Esto se acaba aquí
No hay manera ni forma
De decir que sí.
Não dá para perdoar nem esquecer tudo o que aconteceu. Não voltará a haver uma amizade como existiu em outros tempos, porque isso seria o cúmulo da hipocrisia.
O silêncio também é uma resposta. É a minha resposta.
O silêncio também é uma resposta. É a minha resposta.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Have some rest, sleep tight*
Quando lemos e relemos a mesma frase e continuamos a não perceber nada, quando andamos a virar para a frente e para trás as páginas do livro e continuamos a não perceber nada, quando fazemos cócegas ao lápis enquanto estamos a tentar perceber alguma coisa e vemos que é mais uma tentativa falhada, o melhor é ir dormir e esperar que amanhã seja um dia melhor.
Boa noite.**
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Obrigada, Mãe. Pela rosa branca que me deste hoje de manhã durante o estudo. A primeira da nova roseira do nosso jardim. Está na mesa da sala, num copo com água, por entre uma infinidade de livros e sebentas. E de lá não vai sair durante os próximos dias.
PS: Já tinha saudades de te ouvir a cantarolar na cozinha enquanto te dedicas ao almoço e jantar!
sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Há muito tempo que não andava à chuva. Hoje de manhã, quando saí à rua, deparei-me com essa surpresa. Confesso que foi bom para lavar a alma, para chorar sem ninguém reparar por se confundirem as lágrimas com as gotas da chuva, para respirar fundo e pensar que depois daquela chuva o sol irá voltar a brilhar. Mais tarde ou mais cedo.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
My Christmas Wish List*
"Sonhar é mais importante do que concretizar o próprio sonho", já a minha professora de Português dizia! Pedir, não custa. :')
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Quem me conhece, sabe a quem é que me refiro com esta frase. Atrevo-me a dizer que, apesar de o ter visto ontem, senti-me mais forte do que nunca. Não digo que foi fácil passar e fingir que nem sequer nos conhecemos, mas penso que não há muito mais a fazer quanto a isso. Custa-me, porque já foi alguém importante para mim, mas não tenho vontade de trocar mais nenhuma palavra depois do que aconteceu. Não vale a pena voltar a mexer no passado.
Sei apenas que, nos tempos que correm, me sinto muito feliz. Já não me lembro de me sentir assim tão serena, tão tranquila desde o início das férias do Verão passado. Hoje, dou razão a quem me dizia que o tempo me ía ajudar a superar aquela fase. Aprendi que, sem dúvida alguma, o tempo é o nosso melhor amigo e que, quem gosta realmente de nós, aconteça o que acontecer, vai estar sempre por perto para nos dar forças quando nós não as temos.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
Não o tenho visto. E sinto-me muito mais tranquila com essa nova realidade. Chegou a ser torturante ter de me cruzar com ele quase todos os dias a caminho da faculdade. Finalmente alguma paz.
Ouvimos muitas vezes dizer que quando Deus nos fecha uma porta abre-nos uma janela, e por ironia do destino, nunca esta frase fez tanto sentido como agora. Estaria a ser muito mais difícil voltar a levantar-me sem o apoio fundamental de uma pessoa. Alguém que sempre esteve por perto, que sempre esteve ali para o que eu precisasse, alguém que eu via todos os dias mas não reparava, que olhava para mim de uma forma especial desde o primeiro dia. Alguém que me queria proteger, mas que eu não deixava porque andava cega por quem, afinal de contas, não valia a pena. Chama-se Ricardo. E tem sido, sem qualquer dúvida, o meu grande pilar. Não estou com isto a desvalorizar o papel das minhas amigas da faculdade ou a minha melhor amiga, a elas também devo, sim, um GRANDE Obrigada pois sem elas o dia-a-dia teria sido mil vezes pior de suportar. Mas, nesta fase em que me sinto um pouco mais estável, mais segura, reconheço também o papel que o Ricardo teve nestes últimos tempos. Porque não há ninguém que não goste de se sentir protegido, abraçado, amado e defendido de tudo e de todos por alguém que se revela ser o Príncipe/Princesa que cada um de nós sonhou para si. E digam o que disserem, quem afirma que não procura alguém assim, está a mentir. Nós vivemos para amar e ser amados. Essa é a minha filosofia. Como tal, posso dizer que todo este carinho está a curar a minha dor. Desde os desenhos que ele fez para mim, a forma como ele olha discretamente para mim durante as aulas, os abraços que demos, as gargalhadas que já partilhamos juntos, as mensagens de boa noite, a forma delicada como toca no meu cabelo, o cuidado que tem ao dar-me a mão sempre que tenho frio até ao simples sorriso que ele mostra quando me vê. Se estou a ficar apaixonada ou não, não sei... Acho que nem tudo na vida tem de ter um nome, um rótulo. Sei que me sinto muito bem quando ele está por perto e sei que sinto a falta dele quando ele não está. Sei que ele é o rapaz dos meus sonhos, o Príncipe que eu sempre sonhei, o homem que eu sempre quis ao meu lado até ao fim. Sei que ele me disse " Vou mostrar-te o verdadeiro significado de 'felizes para sempre' " e eu acreditei. Sei que ele me disse " Quero estar contigo, e se há uma coisa à qual não admito falhar é fazer-te feliz. " e eu voltei a acreditar. E admiro muito o facto de ele nunca me ter dito aquele "Amo-te", porque não é preciso dizê-lo. Eu sei que é amor. Aquele fogo que arde sem se ver.
domingo, 6 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Um dia, Cristina.
Um dia vai ser assim. Um ramo de flores na mão, um príncipe ao fundo da passadeira vermelha e um vestido branco. Desenhado para mim. Para ser usado uma única vez. Um vestido elegante, suave, que aos meus olhos seja perfeito. Um vestido que me faça sentir uma verdadeira princesa quando me olhar ao espelho num dos dias mais felizes da minha vida, não fosse esse o sonho de qualquer mulher.
domingo, 30 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
"Que pena é ver-te assim, já sem saberes de ti."
Já nem vou mais chorar,
Gritar, ligar, voltar
Gritar, ligar, voltar
A máquina parou,
Deixou de tocar.
Sentir e não mentir,
Amar e querer ficar,
Que pena é ver-te assim,
Já sem saberes de ti.
Rasguei o teu perdão,
Quis ser o que já fui,
Eu não vou mais fugir,
A viagem começou.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Encontrei este texto e identifiquei-me com as palavras do autor. Acho que diz tudo de uma forma simples e directa. Sem rodeios. Há muita gente por aí que o devia ler. Podia até não adiantar de muito, mas não escapavam a ver nestas palavras o seu próprio reflexo.
“Não suporto pessoas que são infantis – ou o que quiserem chamar-lhes. Primeiro pensam sempre que são crianças a vida toda, que podem fazer o que querem, quando querem, sem haver consequências; depois julgam-se super cultos, super… nem sei. E que giro é para essa gente demonstrar que sabem tanto da vida, ou que já passaram por tanto! E que curioso é saber que são umas crianças na vida. São apenas uma fracção de segundo no mundo. Para quê esta necessidade de se colocarem num pedestal e gritar o que são (ou dizem ser)? Para quê esta maneira estúpida e estereotipada de agirem? (…) Mas eu sei… Diria antes: tenho a certeza que essas pessoas se sentem muitas vezes, sempre, SOZINHAS. (…) Claro que essas individualidades sabem bem o filme que vivem, a fantochada, a estupidez que fazem/são. Claro… Mas continuam a fazê-lo. Preferem viver no “faz de conta” e no divertido. Preferem não pensar em frente aos outros… Preferem não passar por frágeis. E aí está a verdadeira resposta: são mais fracos do que alguma vez reparamos.”
“Não suporto pessoas que são infantis – ou o que quiserem chamar-lhes. Primeiro pensam sempre que são crianças a vida toda, que podem fazer o que querem, quando querem, sem haver consequências; depois julgam-se super cultos, super… nem sei. E que giro é para essa gente demonstrar que sabem tanto da vida, ou que já passaram por tanto! E que curioso é saber que são umas crianças na vida. São apenas uma fracção de segundo no mundo. Para quê esta necessidade de se colocarem num pedestal e gritar o que são (ou dizem ser)? Para quê esta maneira estúpida e estereotipada de agirem? (…) Mas eu sei… Diria antes: tenho a certeza que essas pessoas se sentem muitas vezes, sempre, SOZINHAS. (…) Claro que essas individualidades sabem bem o filme que vivem, a fantochada, a estupidez que fazem/são. Claro… Mas continuam a fazê-lo. Preferem viver no “faz de conta” e no divertido. Preferem não pensar em frente aos outros… Preferem não passar por frágeis. E aí está a verdadeira resposta: são mais fracos do que alguma vez reparamos.”
sábado, 15 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
"Maria Eduarda! Era a primeira vez que Carlos ouvia o nome dela; e pareceu-lhe perfeito, condizendo bem com a sua beleza serena. Maria Eduarda, Carlos Eduardo... Havia uma similitude nos seus nomes. Quem sabe se não pressagiava a concordância dos seus destinos!" - Os Maias.
Uma das melhores histórias que já li.
Uma das melhores histórias que já li.
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