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It's not what I do, but the way I do it. It's not what I say, but the way I say it.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

"Que pena é ver-te assim, já sem saberes de ti."


Já nem vou mais chorar,
Gritar, ligar, voltar
A máquina parou,
Deixou de tocar.

Sentir e não mentir,
Amar e querer ficar,
Que pena é ver-te assim,
Já sem saberes de ti.

Rasguei o teu perdão,
Quis ser o que já fui,
Eu não vou mais fugir,
A viagem começou.

sábado, 22 de outubro de 2011








Vá, vamos lá começar a pôr algum dinheiro de lado para ti, meu amor! :')

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

domingo, 16 de outubro de 2011

Encontrei este texto e identifiquei-me com as palavras do autor. Acho que diz tudo de uma forma simples e directa. Sem rodeios. Há muita gente por aí que o devia ler. Podia até não adiantar de muito, mas não escapavam a ver nestas palavras o seu próprio reflexo.

“Não suporto pessoas que são infantis – ou o que quiserem chamar-lhes. Primeiro pensam sempre que são crianças a vida toda, que podem fazer o que querem, quando querem, sem haver consequências; depois julgam-se super cultos, super… nem sei. E que giro é para essa gente demonstrar que sabem tanto da vida, ou que já passaram por tanto! E que curioso é saber que são umas crianças na vida. São apenas uma fracção de segundo no mundo. Para quê esta necessidade de se colocarem num pedestal e gritar o que são (ou dizem ser)? Para quê esta maneira estúpida e estereotipada de agirem? (…) Mas eu sei… Diria antes: tenho a certeza que essas pessoas se sentem muitas vezes, sempre, SOZINHAS. (…) Claro que essas individualidades sabem bem o filme que vivem, a fantochada, a estupidez que fazem/são. Claro… Mas continuam a fazê-lo. Preferem viver no “faz de conta” e no divertido. Preferem não pensar em frente aos outros… Preferem não passar por frágeis. E aí está a verdadeira resposta: são mais fracos do que alguma vez reparamos.”

sábado, 15 de outubro de 2011




"Uma mulher precisa de apenas duas coisas na vida: um vestido preto e um homem que a ame." - Coco Chanel

I already have my dress. **

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

THE RULES OF A LADY: If he leaves or gives up on you, remember, it's his lost. Not yours.

domingo, 9 de outubro de 2011

"Maria Eduarda! Era a primeira vez que Carlos ouvia o nome dela; e pareceu-lhe perfeito, condizendo bem com a sua beleza serena. Maria Eduarda, Carlos Eduardo... Havia uma similitude nos seus nomes. Quem sabe se não pressagiava a concordância dos seus destinos!" - Os Maias.

Uma das melhores histórias que já li.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Unforgettable Moments


Hoje, quando cheguei a casa, depois de mais uma semana em Coimbra, tinha uma surpresa à minha espera. Um presente.
Chegou-me às mãos um embrulho da Pandora onde encontrei uma caixa branca. Abri-a e eis que me deparei com um colar que já andava a namorar há bastante tempo. Ouvi: "Só quero que sejas feliz e que isto signifique um novo começo. Primeiro, tu. Segundo, tu. Terceiro, tu.". Só tive tempo de lhe dizer: "OBRIGADA, Mãe.", e dar-lhe um enorme beijinho.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

"Ever thine. Ever mine. Ever ours."



Voltei, há pouco tempo, a ver o filme e confesso que me identifico totalmente com estas duas cenas. Na primeira, porque não há mulher nenhuma que não sonhe em ter um quarto apenas para se vestir, onde encontra todos os vestidos devidamente separados por cores, todos os sapatos bem alinhados, as malas, as jóias, os relógios... Como tal, eu não sou excepção à regra! Na segunda, porque o pedido de casamento e o próprio colocar do sapato no pé da Carrie me faz lembrar a história da Cinderela. O facto de o sapato lhe acentar lindamente só prova que é Aquela e mais nenhuma.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Midnight in Paris




"- Paris is Paris!"
Já é tarde, mas apetece-me deveras escrever. Principalmente porque nunca falei comigo própria, com todas as palavras, sobre o que se tem passado. E tenho essa necessidade de deixar escrito aquilo que hoje me magoa, mas que com o tempo vai passar. Como diz a minha mãe, "O melhor para tudo é o tempo.", e eu sei que ela tem razão, mas há momentos em que é tão difícil dizê-lo quanto mais aceitar!
Não têm sido fáceis os últimos tempos. Quando duas pessoas de quem gostamos muito se afastam de nós sem sequer pensarem duas vezes no quão egoístas estão a ser, e quando ao mesmo tempo passámos por uma experiência que marca, pela negativa, a nossa vida para sempre sem que essas pessoas estejam lá para nos apoiar, acho que isso me deixa no direito de dizer que os últimos meses não têm sido nada fáceis.
Há quem escolha o orgulho e prefira uma "saída fácil", sem pensar nos laços de amizade que foram criados durante anos e anos. (Verdade seja dita, quando somos substítuidos por outras pessoas e a distância é uma desculpa para não pegar no telemóvel e fazer uma chamada é porque o sentimento não era assim tão forte.) E há quem escolha a cobardia e a hipocrisia, sem pensar que o adiar de uma decisão só veio trazer mais estragos. Refiro-me a alguém por quem me apaixonei e que ainda não consegui esquecer. Alguém que está bem e que não tem qualquer tipo de interesse em saber como eu estou, depois de tudo o que aconteceu. Alguém que me vira a cara na rua, que me tem como uma estranha, que não ousa um simples Olá de boa educação. Alguém que foi e está a ser egoísta. E que sabe disso, mas mesmo assim é mais fácil não falar, é mais fácil não mexer mais no assunto, é mais fácil não ouvir aquilo que não queremos ouvir, não é verdade? Alguém que saiu desta história sem remorsos, sem arrependimentos, sem saudades, sem vontade de voltar atrás. Alguém que escolheu desistir. Alguém que deixou de gostar. E quando já não se gosta, fazem-se coisas absurdas como terminar uma relação por telemóvel. Lá está, é mais fácil não ter de olhar cara-a-cara. É mais fácil ser-se cobarde!
Mas mais do que tudo, o que me deixa mais triste é a naturalidade com que passa por mim e finge que nunca me viu. A forma como evita passar nos mesmos caminhos que eu, a forma como me vira as costas. De tudo, isto é o que mais me tem magoado. Deixou de haver respeito da parte dele por alguém a quem ainda há uns tempos atrás lhe dizia "Amo-te. Hoje e Sempre.". Deixou de haver o mínimo de preocupação, de boa educação. Um desinteresse completo. E magoa-me que assim seja. Magoa muito. Porque mesmo depois de escrever tudo isto e de saber na minha cabeça que tudo isto é verdade, não sei deixar de gostar dele. Não sei não olhar para ele quando o vejo na rua. Não sei não esperar por uma chamada dele quando me vou deitar. Não sei não ter notícias dele. Não sei não olhar para a casa dele de cada vez que lá passo. Não sei não pensar como é bom andar de baloiço com ele. Não sei não ter saudades dAquele abraço nas noites de sexta-feira. Não sei não sentir a falta dele em Coimbra.
Mas sei que isto vai passar. Todos me dizem que sim e quero/prefiro agarrar-me a isso. Para meu bem. E como diz a minha melhor amiga, "What goes around comes around". Acho que a frase diz tudo.