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It's not what I do, but the way I do it. It's not what I say, but the way I say it.

domingo, 16 de outubro de 2011

Encontrei este texto e identifiquei-me com as palavras do autor. Acho que diz tudo de uma forma simples e directa. Sem rodeios. Há muita gente por aí que o devia ler. Podia até não adiantar de muito, mas não escapavam a ver nestas palavras o seu próprio reflexo.

“Não suporto pessoas que são infantis – ou o que quiserem chamar-lhes. Primeiro pensam sempre que são crianças a vida toda, que podem fazer o que querem, quando querem, sem haver consequências; depois julgam-se super cultos, super… nem sei. E que giro é para essa gente demonstrar que sabem tanto da vida, ou que já passaram por tanto! E que curioso é saber que são umas crianças na vida. São apenas uma fracção de segundo no mundo. Para quê esta necessidade de se colocarem num pedestal e gritar o que são (ou dizem ser)? Para quê esta maneira estúpida e estereotipada de agirem? (…) Mas eu sei… Diria antes: tenho a certeza que essas pessoas se sentem muitas vezes, sempre, SOZINHAS. (…) Claro que essas individualidades sabem bem o filme que vivem, a fantochada, a estupidez que fazem/são. Claro… Mas continuam a fazê-lo. Preferem viver no “faz de conta” e no divertido. Preferem não pensar em frente aos outros… Preferem não passar por frágeis. E aí está a verdadeira resposta: são mais fracos do que alguma vez reparamos.”

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